sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Um passo...
E a tristeza que você alimentou dentro do jogo de um sonhador. Tá submerso no poço se afogando com água acima do pescoço. Sorriso no rosto da ironia que na palavra te devasta, e sua carcaça que te sustenta não aguenta, desaba. Da mesma mão que te guarda, te esculacha. A insônia vem vestida de princesa te acariciando e derrubando você no penhasco de incertezas. Na revolta do momento, na cegueira do pensamento trancado e esquartejando seu sonhos sem nenhum sentimento. A minha vida quero viver sem ter a quê e a quem implorar uma ajuda. Saber virar o placar e continuar a jogar. Sem nunca a te machucar e nem os outros. A minha felicidade não esboçou esforço. Sentimento morto. Tratamento familiar para aflorar o que morto estar. Confuso. Busca de um rumo nesse meu mundo obscuro. As portas fecharam e hoje são muros. A responsa te chama pra dança e nessa dança você dança sem acertar um passo. Confiança com ela é casada provada em aliança. Consciência pesa. O que pra ela interessa é te ver no chão. Sufocado sem saída no armlock da vida. Não é prosa. É real! Julgue o quanto quiser, mas no final, nos encontraremos deitado na horizontal. Trampo forte e suado. Se não me considera um profissional não precisa tá do meu lado. Falo de amor em cada momento clicado. Toda confiança que foi passada no passado, hoje virou fraqueza no meu corpo dominado. Te arrebento. Proponho mudança. Meu sonho vive! Vivo por ele. Seus más dizeres serão transformado em meus prazeres. Buscando força onde jamais aqui se esteve...na lama do medo. Mergulho dentro de si e vejo que dependo só mim para sair daqui. Sou bom... sou bom... acredite! Me esgoto em tentativas, mas jamais irei desistir por causa de algumas palavras ditas. É a vida!
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Nós, amor.
Tão louca
De voz rouca ao acordar
Um bom dia frio
Beijos e carícias até levantar
É rosto a rosto
Mãos passeando pelo corpo
Em um, nós
O aroma climatiza o momento
Incenso em cima da estante
A luz do sol flagra nosso romance
Seus lábios em sabores excitantes
Nosso quarto, nosso segredos
Nos perdemos sem medo
Tudo que tem um fim
Se torna um novo começo
Pele arrepia...
Sussurros são sinfonia
Em cada canto da casa
Sem fôlego... até a voz embarga
O suor percorre nosso corpo
Entranhado nos lençóis
Sobre suspiros de prazeres
Nosso corpo aqui nunca esteve
Nos mergulhamos de cabeça
E esquecemos da vida
Do mundo...
Do dia...
Nossos gemidos são palavras em forma de poesias que até Caetano Veloso usaria em suas melodias
E por fim...
Resultam em olhares exterminados
O silêncio é que se cria!
Nos gritos de felicidade em sorrisos
Nossa paz, nossa sintonia
Eu, você, e nós.
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